Internacional

Sócrates recusa pulseira eletrónica

2015-06-09 05:16:53 (UTC+01:00)

O antigo primeiro-ministro português, José Sócrates, vai continuar em prisão preventiva, depois de ter recusado a proposta do Ministério Público que previa uma alteração da medida de coação para regime de prisão domiciliária com pulseira eletrónica.

Segundo o Jornal de Notícias, o ex-governante disse que a "prisão constitui uma enorme e cruel injustiça". Neste sentido, Sócrates criticou o Ministério Público por "seis meses sem acusação, sem acesso aos autos".

O ex-primeiro-ministro justificou a sua decisão de permanecer em preventiva com o facto de que não querer, assim, pactuar "com a utilização da prisão domiciliária como instrumento de suavização, destinado a corrigir erros de forma a parecer que nunca se cometeram". [FM]